Adquira uma Nova Cidadania em 2021 com a Enciclopédia da Settee

 
Caro amigo da Settee,

Estamos lhe escrevendo este e-mail para anunciar o primeiro e-book da Settee: A nossa Enciclopédia de Segundas Cidadanias, considerada a disciplina rainha dentro da Teoria das Bandeiras

Sem dúvida, qualquer pessoa que preza por sua liberdade deve abordar esta questão mais cedo ou mais tarde, pois o passaporte é o último instrumento de controle sobre os cidadãos por parte de nossos países de origem.

Você pode adquirir o livro diretamente no nosso site por 39,99€. Se você já realizou uma consultoria conosco, pode adquirir o livro com 20% de desconto. Você também pode baixar uma prévia gratuita contendo a introdução e o índice do livro, para que você possa decidir se está interessado ou não.

Além disso, exclusivamente para os leitores da nossa newsletter, incluíremos no final desse email uma seção sobre as melhores opções para obter o seu segundo passaporte.
 
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Em caso de interesse em adquirir um passaporte adicional, você também pode contratar uma consultoria, mas sem dúvida a maioria das dúvidas podem ser resolvidas com este novo e-book.

E para colocar tudo em prática, você pode entrar em contato conosco. Em muitos casos podemos ajudá-lo com os procedimentos necessárias para adquirir uma cidadania adicional através de nossa rede de parceiros. A nossa rede cobre praticamente todos os programas de cidadania por investimento, além de várias opções de cidadania por naturalização ou descendência.

Ah, e caso você esteja se perguntando: Na maioria dos casos, obter uma nova nacionalidade não significa perder a que você já tem ;)
 

Início do capítulo "Países Ideais"


Este capítulo lhe dará uma visão geral sobre os países que consideramos ideais para a obtenção de mais uma cidadania. Isto é, naturalmente, subjetivo e só podemos lhe dizer quais são os critérios que nos interessam. Também lhe daremos um exemplo sobre como você poderia iniciar sua busca de cidadania. Consideraremos apenas os países que não têm um único ponto negativo ou incerto em sua legislação atual. Isso significa:
  • Eles permitem oficialmente a cidadania múltipla irrestrita
  • Não têm alistamento militar ou pode ser facilmente evitado
  • Eles não têm disposições excessivamente restritivas para a revogação da cidadania ou naturalização
  • Eles oferecem liberdade de viagem decente
  • Eles não estão permanentemente à beira de uma crise ou falência
Após a aplicação destes critérios, isto nos deixa com os seguintes países:
Albânia, Antígua e Barbuda, Austrália, Barbados, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Costa Rica*, Dominica, Estados Unidos, França, Geórgia, Granada, Hungria, Ilhas Maurício*, Ilhas Salomão, Islândia, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Malta, Noruega, Nova Zelândia, Panamá*, Peru*, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Santa Lúcia, Seychelles, Suécia, Tonga, Trinidad e Tobago, Uruguai, Vanuatu.

Os países marcados* não permitem oficialmente a cidadania múltipla para todos, mas na prática não se importam tanto com isto.

Países notáveis que falham em uma dessas exigências são a Argentina (sempre à beira de uma crise), a Bulgária (cidadania múltipla apenas para cidadãos da UE/EEE/Macedônia ou no casamento), Chipre (tem recrutamento militar, mas isso geralmente pode ser evitado vivendo no exterior), Paraguai (revogação da naturalização se viver no exterior por mais de 3 anos sem justificativa, embora isso raramente aconteça), Rússia (tem recrutamento militar, mas muitos evitam), São Vicente e Granadinas (só permite a cidadania múltipla no nascimento, casamento ou para estrangeiros naturalizados), Suíça (tem alistamento militar, mas isso geralmente pode ser evitado vivendo no exterior) e Venezuela (tem alistamento militar e está sempre em crise).

Se você também quiser considerar os níveis de impostos e descartar todos os países que gostamos de chamar de "infernos fiscais" ou "desertos fiscais", a lista fica muito mais curta:
  • Antígua & Barbuda
  • Costa Rica
  • Panamá
  • São Cristóvão & Nevis
  • Seychelles
  • Vanuatu
Como estes são tão poucos países, acrescentaremos os que têm um nível de impostos um tanto razoável, pelo menos não excessivo:
  • Albânia
  • Chile
  • Geórgia
  • Granada
  • Ilhas Maurício
  • Liechtenstein
  • República Tcheca
  • Romênia
  • Tonga
  • Uruguai
Isto nos deixa com 16 países que consideraríamos adequados, pelo menos se olharmos apenas para o lado puramente legal das coisas. Então, como iríamos coletar o maior número possível destes, se este fosse um objetivo ao qual dedicaríamos nossas vidas?

[Se você quiser continuar lendo, você pode adquirir nosso e-book sobre segundas cidadanias aqui].

Aproveite a leitura!

Abraços de Sevilha - Espanha,
Francisco Litvay
Diretor de Operações da Settee
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