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TEASER DO FESTIVAL

FESTIVAL MÚLTIPLO 2017

17-18-19-20 Agosto

Das 16H00 às 24H00 / From 4pm to 12pm
Entrada livre para sócios (quota anual 3 €) / Free entry for members (3€ annual fee)

Nos dia 17-18-19-20 de Agosto de 2016, a Zaratan - Arte Contemporânea e a Associação Terapêutica do Ruído apresentam a terceira edição do Festival MÚLTIPLO, um evento organizado por identidades plurais e referências cruzadas que promove a disseminação, a materialização e a multiplicação de experiências artísticas e partilhas culturais.
O festival é “Múltiplo” no sentido de variado e diferente, mas também por ser uma unidade que contém várias outras: o evento acontece em sinergia com uma série de parceiros e envolve de uma forma sustentável e interdisciplinar uma selecção de sujeitos e entidades dos mais interessantes no panorama artístico independente.
O Festival Múltiplo 2017 caracteriza-se uma forte componente de produção criativa DIY, com lançamentos de múltiplos, publicações e edições gráficas, e conta com uma programação intensa de performances, apresentações e tertúlias, incluindo a participação de dezenas de artistas nacionais e internacionais.

Co-organização: Zaratan - Arte Contemporânea e Associação Terapêutica do Ruído
Parceiros: A Besta, ZigurArtists. Alienação, Edições Senhora do Monte, Stolen Prints

17 AGOSTO
(QUINTA-FEIRA)

> das 16h00 às 24h00 | Ñ-Djs FiM Colectivo
Téo e Francisca são imagens vivas. Fotografias – fotografrias – fotograquentes. Ondas de som. Percepção de realidades invisíveis.

> ás 17h00 | Stéphan Blumer
“Full Stops” é uma peça sonora feita a partir das últimas notas de centenas de obras clássicas que foram cortadas drasticamente. Combinando todas as épocas, do barroco ao clássico, do romântico ao contemporâneo, passando pelo moderno, o trabalho produz encontros improváveis entre compositores, incluindo, por exemplo, Tchaikovsky († 1893) e Mozart († 1791), Handel († 1759) e Rachmaninoff († 1943 ). O resultado é uma nova sinfonia harmoniosa, às vezes grandiloquente, às vezes pensativa, que começa e termina indefinidamente, uma e outra vez. Gravada num vinil produzido a mão pelo artista, a peça “Full Stop” (53') será tocada ao vivo durante o festival.

> ás 18h00 | Leitmotiv
Com a colaboração das Edições Senhora do Monte, editamos a pasta final do ciclo LEITMOTIV, que reúne 18 publicações, produzidas entre Junho 2015 e Novembro 2016, com intervenções de mais de 50 artistas e músicos. Por ocasião do lançamento Bernardo Álvares, curador do ciclo, elaborou uma nova pauta gráfica que ser´tocada ao vivo por Tiago Silva, Aude Barrio, Maria do Mar e Paulo Chagas.

> ás 19h00 | dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS
Formados em Dezembro de 2012 por ocasião da primeira edição do Familiar Fest Lisboa, um mini-festival de circuit bending e electrónica DIY organizado pela Associação Terapêutica do Ruído e pelo colectivo espanhol Familiar em colaboração com as entretanto extintas Flausina e Livraria Sá da Costa, os dOISsEMIcIRCUITOSiNVERTIDOS são constituídos por membros dos infames dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS, que desta forma se apresentam em formato electro-acústico, totalmente improvisado e sem remorsos.

> ás 20h00 | Or sobre Blau
É o novo projecto de no wave do inglês Kiran Leonard e do catalão Andreu G. Serra (aka Ubaldo) que resultou do encontro de ambos os músicos em Lisboa. Por trás deste nome misterioso escondem-se vestígios de cassetes, guitarras que se contrapõem em busca de um diálogo harmónico ou caótico, blues desfeitos, vozes quebradas e uma experiência que ainda não sabem bem qual resultado terá.

> ás 20h00 | Llama Virgem
Partindo da apropriação dos exercícios da meta-crítica e das frases chave em Helvética plantadas nas paredes brancas à entrada dos lugares expositivos, Llama Virgem desdobra num conjunto de melodias e letras afigura metonímica da pós-verdade, pós-colonial, pós-género e uma fila imensa de pópós na hora de ponta da avenida da república.

> ás 21h00 | The Cage Cabarrett & Silvestre/Alegria
Projeto de improvisação e música experimental com sintetizadores analógicos. Os Cage Cabarrett partem de estruturas livres em torno de sintetizadores, drum machines, efeitos e qualquer outra fonte de som para as alinhar num fluxo hipnótico onde a chance e o acaso assumem um papel tão preponderante na criação quanto o instinto humano que a conduz. Apresentam-se no Festival Múltiplo em conluio com Silvestre/Alegria, num encontro onde as noções de acidente e certeza se confundem numa mesma dimensão.

> André Santos
É um destruidor de imagens e designer de formação. Gosta de imagens bonitas porém sento o coração a bater mais forte de alegria quando algo inesperadamente puramente inestético se intromete. Está permanentemente à procura do Erro, das belezas e maravilhas que esconde por detrás do seu rótulo. É de Lisboa, gosta da sua cidade como se fosse um membro da sua família, mas atravessa o rio de barco todos os dias para voltar para casa. Manipula imagens, videos e música. O que mais gosta está compilado e despejado na internet.

18 AGOSTO
(SEXTA-FEIRA)

> das 16h00 às 24h00 | ÑDJs Rodrigo Araújo & Bernardo Bertrand
Rodrigo Vaiapraia, rainha garageira do Rego via Setúbal, é vítima da canção. Propõe sonidos ideais para dançar, saltar, sentir e digerir. Bertrand é um orgulhoso nativo de linda-a-velha. Além dos vários prémios internacionais, conseguidos com o seu trabalho em não fazer rigorosamente nada, acha que tem bom gosto musical. Apresenta-se sob vários nomes artísticos numa tentativa de salvaguardar a sua integridade física. No entanto devido ao seu aspecto adónico não tem tido sorte. Espera-se dele uma incoerência musical sem par e umas horas de pura disfunção mental. Ah! Atenção: surge do alto do seu privilégio de forma caucasiana, masculina e burguesa.

> às 17h00 | Marta Alvim
 “A Incrível Série das Polaroides Negras” é um conjunto de polaroides negras cujo título - inscrito à mão na margem superior de cada fotografia e diferente em todos os trabalhos - remete para a imagem do que lá foi registado mas que é impossível de ver. Nesta família de múltiplos, a artista Marta Alvim conjuga a ideia de repetição e de singularidade criando uma série de polaroides negras onde não há dois títulos (ou imagens) iguais.

> às 18h00 | Earthly Beasts
O colectivo de monstros mundanos que se manifesta através de apenas um indivíduo, Nelson P. Ferreira, dá pelo nome Earthly Beasts​. Antes de Earthly Beasts, Ferreira foi AVOIDANT (2007-2016), o seu projecto mais quase pouco conhecido. Actualmente, apenas com Earthly Beasts em ignição - e mais optimista do que alguma estivera no que diz respeito ao armagedão - o projecto que até à data tem apenas um tema à solta no ciberespaço, Erebus (aproveitado por Gabriel Novis para a curta-metragem “Tropical Abduction”), estreia-se dia 18 de Agosto no Múltiplo​, logo, ambiente favorável para dar tudo.

> às 19h00 | Cardíaco e Paulo Alexandre Jorge
Cardíaco tem vestido as peles das pessoas que raramente conseguem ficar até ao último momento dos concertos, cozendo com linhas de cabelos muito finos as entranhas daqueles que se obrigam a abondanar a massa de ruído que as entranhas da besta emanam. Após vários genocídios na Zaratan, SMUP, Estudantina e Disgraça; após uma split tape com os infames dSCi; após um conflito colossal com Paulo Alexandre Jorge; tira-se um órgão de cada corpo para se provocar novo ataque Cardíaco. André Calvário, Filipe Adão, Tiago Eira e Paulo Alexandre Jorge, ou outros, preparam a próxima sessão de Cardíaco neste Múltiplo.

> às 20h00 | [un]stable
Explorando a vulnerabilidade humana, [un]stable (Pedro Menezes) trabalha o som com base em todo o espectro dos sentimentos nos seus estados mais fortes. O resultado abrange o leve e o pesado, a calma antes da agressividade - paisagens sonoras que parecem durar para sempre até darem lugar a erupções de ruído denso que é rompido por melodias e composições harmoniosas.

> às 21h00 | Ecstasy Space Station
É um power trio localizado Lisboa composto por Diogo Borges, João Churro e Ivo Relveiro que procuram explorar ao máximo as capacidades sónicas dos seus instrumentos. Os refrões e as letras são o veiculo utilizado para passar a mensagem de forma directa e sem espinhas. Para já contam com um single e um teledisco de estreia. O single é composto por duas músicas, Start/Stop e Speeding Motorcycle (cover de Daniel Johnston) A banda prepara-se para gravar um ep que será editado pela Unknown Tapes.

> às 22h00 | FARWARMTH
Mergulhando a fundo no ser humano e no que o rodeia, FARWARMTH (o projecto a solo de Afonso Arrepia Ferreira, co-fundador da Alienação Records) sonoriza a efemeridade e eternidade das paisagens interiores e exteriores de toda a existência. Da terra pisada ao céu monumental, por entre densas camadas de instrumentalidade pesadas de emoções no seu limite, a sua sonoridade, ora sombria ora esmagadoramente bela e violenta, revela a paz e o medo de viver na imensidade deslumbrante.

> Tiago da Bernarda
Licenciado em Ciências da Comunicação Social, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Tiago da Bernarda (Alcobaça, 1990) é convencido que salvaria o mundo pelo jornalismo. Foi entre estágios mal ou nada remunerados que começou a fazer banda desenhada e, desde então, tem sido a sua única constante.

19 AGOSTO
(SÁBADO)

> das 16h00 às 24h00 | Ñ-Djs Daily Misconceptions (Sara Esteves & João M. Santos)
Uma relação dupla e recheada de falsas ideias quotidianas é o vínculo musical de João M Santos e Sara Esteves. Aqui não existe ponto de partida e nada de especial acontece. Música após música sem nenhuma razão aparente, se for muito boa até pode tocar duas vezes. Desde uma relação puramente visual da Sara e várias tentativas “falhadas” de dj sets por parte do João, neste ñdj certamente que se vão sentir em casa.

> às 17h00 | Liminal
É o projecto a solo de João Catarino, criado em 2012. Caracteriza-se pelo uso de sintetizadores e pedais de efeitos para criar drones e noise que se vão sobrepondo e mutando, dando origem tanto a sonoridades mais agressivas e inquietantes como a ambientes hipnóticos e etéreos. Ao vivo, tudo é tocado no momento, deixando o improviso comandar a fluidez da música. A sua discografia conta com o álbum de estreia “Smoke Screen”, editado em cassete pela Vibrio Cholerae Records em 2014, e um split com Aires editado em cassete pela Genot Centre em 2016.

> às 18h00 | Pedro e Diana
A partir da leitura do primeiro tomo de “A cultura dominante, uma farsa desmontável”, obra magistral e desconhecida de autor anónimo, Pedro e Diana apresentam “Farsa Você Mesmo”, um espectáculo de variedades com canções, poemas, conversas roubadas na rua e outros artesanatos. Do colesterol ao euromilhões, da password às alergias, da guerra dos drones à invasão do despacito. Uma farsa com as anilhas a saltar dos parafusos, que você mesmo fará, como o que há no áqui e no hic-eia! É o que há.

> às 19h00 | Capitán Bazofia
É o projecto a solo de Nacho Vera, dos Rosvita, banda mítica do underground madrileno que passou por Lisboa em 2010 para a primeira edição do Festival Terapêutico do Ruído. Em plena digressão ibérica, regressa a Lisboa acompanhado pelos Los Niños de Metal para apresentar o seu primeiro álbum “Ánimo Animales”, que inclui diversos e variados temas e inúmeras colaborações e inspirações.

> às 20h00 | Bisonho #5
Quer-se que o Bisonho seja o encontro imediato e improvável de entidades desobedientes, em que o som seja o factor de unidade, mas também de destruição e caminhos separados.A acontecer uma vez por mês na Zaratan Bisonho é um ciclo de concertos organizado pela editora A Besta que propõe uma série de experiências improvisadas entre músicos de proveniências diferentes. Este quinto o encontro junta João Sousa (a-nimal, Parpar, Uivo Zebra), Pedro Arelo (Parpar, Da Mostra) e Paulo Alexandre Jorge.

> às 21h00 | Shanawaara
É uma activista, compositora e performer de São Paulo que está de regresso a Portugal, acompanhada pela bailarina e performer Mano Rangel, para apresentar o seu espectáculo audiovisual, onde dança, performance, teatro e música se misturam numa delicada discussão de género cheia de sorrisos espontâneos, corações roubados e suores trocados.

> às 22h00 | Afta 3000
É um projecto de André Santos, baixista de raíz, inspirado essencialmente nas correntes de Fusão dos anos 70 e 80, Jazz, Electrónica, Hip-Hop e algumas viagens Vaporwave por temas portugueses. Destas experiências resultam uma explosão rítmica, irregular e ácida, com o groove que a define, e de onde avanço habitualmente. Ao vivo, é ele, o seu baixo, as suas máquinas e pela primeira vez João Almeida aos comandos de tambores e pratos.

> Rui Moura
Rui Moura [n. 1994, Barcelos] é licenciado em Design na Universidade de Aveiro . Tem trabalhado em ilustração, na produção de cartazes, e recentemente na criação e auto-edição de zines. Destacam-se:  Kifwebe Masks (ed. de autor; 2017) colectivos Nimio #10 (Nuez ediciones; 2016), Visita de Estudo ao Milhões 2017 (Milhões de Festa / Lovers & Lollipops + Chili Com Carne; 2017).

20 AGOSTO
(DOMINGO)

> das 16h00 às 24h00 | Ñ-Djs Pedro Saraiva & Susana Borges
Visconde da cena e amigo do Universo, Sar [aka DJ Breakeven aka DJ Forever]  é uma personalidade do sub-solo lisboeta a quem são atribuídas façanhas mais ou menos verosímeis nem sempre verdadeiras. Em todas as actividades que desenvolve, transparece as suas próprias ideias sobre o Futuro e a continuidade espaço tempo. Nos sets, apresenta-se urbano e místico, floreando e fazendo crescer a forma da mitologia na urbe ao limite da singularidade. (...) Susana Lopes Borges, de musica não percebe nada, mas não tem problemas de audição diagnosticados.

> às 17h00 | Paula Scavazzini
Encontro com a artista Paula Scavazzini, em residência na Zaratan AIR. Paula Scavazzini (1990, São Paulo) formou-se na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP, São Paulo) e licenciou-se em 2016 em Artes visuais na Faculdade Santa Marcelina (FASM) em São Paulo, onde actualmente vive e trabalha. A sua prática artística interage e discute com as comunidades e reflecte sobre o medium pictórico como uma espécie de metalinguagem, onde a pintura, explícita ou implicitamente, refere-se a si própria. Participou em várias exposições colectivas, entre as quais: “Arte Londrina 5”, Casa de Cultura – UEL (2017, Londrina – PR), “Um tufo de pelos preso fortemente a um cabo”, Epicentro (2017, São Paulo – SP), “Agosto Em Oito Atos”, Estação Satyros (2015, São Paulo – SP).

> às 18h00 | Belinda Campbell
Encontro com a artista Belinda Campbell, em residência na Zaratan AIR. Belinda Campbell vive e trabalha em Montreal. O seu trabalho oscila entre performance, video-performance, música, desenho e poesia. Expôs a solo e em colaboração com outros artistas várias vezes, destacamos: "Axe Neo 7" em HullGatineau, "L'oeil de Poisson" na cidade de Quebec, “Dare-Dare” e "Optica" em Montreal. Recentemente, desenvolveu um projecto com Pascal Dufaux, the Kaleidoscopic Chamber, que mistura a utilização de uma máquina video-cinética com performance sonoras. Foi neste contexto que começou a interessar-se pela manipulação de certos instrumentos (kalimba, bandoneon, korg). Em 2016, no Musée d'art de Joliette, apresentou uma performance a solo onde assistimos a construção de um personagem através da música e do uso de um microfone de contacto, uma prática que continua a desenvolver no presente.

> às 19h00 | Ciclo do Liminar #10
O Ciclo Do Liminar é uma plataforma para objectos experimentais no campo da performance como linguagem e prática alargadas. Acontece, uma vez por mês, na Zaratan - Arte Contemporânea, em Lisboa, numa curadoria conjunta com Bruno Humberto. O não-acontecimento, o erro que possibilita e o confronto nunca estanque das ideias ganham corpo em trabalhos de carácter transdisciplinar, com formatos de apresentação raramente assimilados nos modelos e lógicas de programação do espectáculo. Como parte do ciclo do liminar e paralelo ao programa de performances, são convidados um escritor e um fotógrafo, em cada edição, para criarem um lastro, tradução, crítica livre que ganha a forma de publicação editada em papel. Nesta décima sessão haverá performances de Daria Kaufmann (”Lullaby”) e João Viotti ("Eu tinha pensado num título genial para isto..."), posteriormente interpretadas por Céline Lixon (fotografia) e Paola d'Agostino (texto).

> às 21h00 | “Poglos”/ Radek Sirko
O filme “Pogłos” (“Reverberação”) de Radek Sirko é um documentário artístico que consiste em cinco partes, cada uma apresentando uma performance sonora gravada em diferentes locais suburbanos da região da Silésia na Polónia. Os concertos (sem público) foram realizados em sítios desconhecidos que tinham uma reverberação natural interessante ou que eram capazes de adicionar algum contexto aos sons produzidos e onde o ruído indesejado, banido da cidade, poderia reverberar a alto e bom som. Em conjunto os cinco segmentos do filme contam a história do Homem lidando com o território e o ruído criado pelos artistas acaba por se tornar numa metáfora da interferência humana no meio ambiente.

Zaratan - Arte Contemporânea - Rua de São Bento, nº 432, Lisboa
Aberto Quinta, 
Sexta e Sábado das 16h às 23h | Domingo das 16h às 22h / Open Thursday, Friday and Saturday from 4pm to 11pm. | Sunday from 4pm to 10pm
Para marcações: zaratan.ac@gmail.com  / 
For appointments: zaratan.ac@gmail.com 

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