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MNA Digital: Boletim n.º 58
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 Actividades no MNA
Revisitar a villa romana de Torre de Palma, Monforte, no Museu Nacional de Arqueologia -
24 de Junho a 12 de Julho
 
Está a decorrer no Museu Nacional de Arqueologia, entre os dias 24 de Junho a 12 de Julho, o Curso de “Trabalho de Campo e Laboratório” sobre materiais das coleções da Villa Romana de Torre de Palma, Monforte, com creditação na disciplina de Trabalho de Campo e Laboratório da FLUL - 1º ciclo e certificado de presença. Este curso terá a direção de Catarina Viegas e António Carvalho.

Através da revisitação das coleções desenvolvem-se as actividades práticas e se toma-se contacto com os artefactos e com as reservas do Museu e omuito trabalho técnico científico desenvolvido.



 
MNA acolhe ENCONTRO INTERNACIONAL “SAEK” – Sem obstáculos, Sem Fronteiras”
1 de julho

 
Decorre entre os dias 1 e 4 de julho o ENCONTRO INTERNACIONAL sobre Educação e Inclusão, no âmbito da mobilidade de formação do Projeto Europeu “Sem Obstáculos Sem Fronteiras” que se realiza em Lisboa e Almada.
O Museu Nacional de Arqueologia acolhe o 1º dia de trabalhos deste encontro em que a conferência de abertura será promovida por Luís Raposo, Presidente do ICOM Europa sobre o tema: A História de Portugal através dos objetos: um pré requisito para a inclusão.
Este projecto teve origem em 2018, o Ano Europeu do Património Cultural e no âmbito da sua celebração, Turquia, Itália, Roménia, Polónia, Hungria e Portugal, juntaram esforços com o objetivo de construir um projeto de sucesso, apoiado pelo programa Erasmus+ e Horizonte 2020, tendo como missão fomentar sociedades inclusivas, inovadoras e reflexivas, estabelecendo parcerias com escolas, organizações nacionais e internacionais que operam no campo da educação.
O projeto está orientado para as estratégias de integração social, uma melhor compreensão intercultural e um sentimento de pertença a uma comunidade, reconhecendo o valor patrimonial das comunidades, focado nos contextos da escola e da comunidade.
 



 
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Para ver
Exposições permanentes
Tesouros da Arqueologia Portuguesa
Coleção de ourivesaria arcaica constituída por 1.500 peças, fruto de aquisições e recolhas avulsas, das quais 600 se encontram expostas. Da coleção de joalharia antiga destaca-se um conjunto de ourivesaria pré-romana, um dos mais importantes em toda a Europa. Este conjunto contribui decisivamente para que o MNA seja o museu nacional com o maior número de bens classificados como "Bens de Interesse Nacional" (Tesouros Nacionais).
Egito
Antiguidades Egípcias
Coleção constituída por 586 peças das quais 309 se encontram expostas. O acervo é a mais numerosa colecção em Portugal e foi reunido por José Leite de Vasconcelos e pela família real, tendo sido também significativas as doações da família Palmela, Bustorff Silva e Barros e Sá. As peças expostas encontram-se distribuídas de acordo com um critério temático-cronológico desde a Pré-História à Época Copta, abrangendo um período de mais de 5.000 anos.
Exposições temporárias
Religiões da Lusitânia. Loquuntur Saxa
Retomando um tema e uma perspetiva de estudo muito cara a José Leite de Vasconcelos, apresenta-se esta exposição que convida a conhecer duas tradições religiosas, Hispania Aeterna e Roma Aeterna, que se mesclam por força da Pax Romana, e que foram estudadas de forma exaustiva pelo eminente investigador e fundador do museu, dando origem a uma importante obra cientifica e literária comemorada nesta mostra expositiva.

Peça convidada : A Pátera de Titulcia (Madrid) no MNA, no âmbito di intercâmbio com a exposição promovida pelo Museo Arqueológico Regional de la Comunidad de Madrid  (MRACM) “Un brindis por el Príncipe".
 
A exposição promovida pelo Museo Arqueológico Regional de la Comunidad de Madrid  (MRACM) “Un brindis por el Príncipe!. El vaso campaniforme en el interior de la Península Ibérica” , dedicada à divulgação dos últimos estudos em torno do Vaso Campaniforme, inaugurou em abril.

Entre os vinte bens arqueológicos solicitados para essa exposição, encontra-se um conjunto de nove peças de ourivesaria arcaica, classificadas como Bens de Interesse Nacional, que habitualmente se visitam na Sala dos Tesouros da Arqueologia Portuguesa do MNA.



Fotografias 1: MRACM






O catálogo da exposição “Un brindis por el Príncipe!” do Museu Arqueológico Regional da Comunidade de Madrid é uma síntese da últimas investigações sobre o fenómeno do vaso campaniforme. Apresenta os recentes estudos genéticos e as relações com a metalurgia, passando ainda pela relação do mesmo com a exploração de recursos  naturais, nomeadamente o sal.
O catálogo pode ser adquirido na loja do Museu  Arqueológico Regional ou online.
2 volumes
Preço: € 50.00
Data de publicação: 25 de Abril 2019

Durante o período de exposição em Madrid, o MRACM cede temporariamente ao MNA a Pátera de Titulcia que será a "Peça Convidada" na exposição permanente "Tesouros da Arqueologia Portuguesa". Aqui.

Trata-se de uma Pátera figurativa em prata, datada dos séculos IV-III a.C., encontrada em 2009 em El Cerrón, Titulcia, representando um rosto de felino híbrido de animal fantástico (um rosto de felino ornamentado com serpentes), da Cultura Carpetana, onde se manifesta uma influência claramente helenística que encontra paralelos na célere pátera de Perotito, pertencente ao acervo do Museo Arqueológico Nacional, Madrid (Nº Inv. 1917-39-1).

Aqui
 
 
 
Taça de Troia em exposição no MNA
 
Encontra-se temporariamente exposta ao público no MNA, após o que regressará, em data ainda a definir, ao Museu-Biblioteca da Fundação da Casa de Bragança, a denominada Taça de Troia, descoberta em 1814, naquele importante sítio com ocupação romana.

A peça foi apresentada ao público no dia 13 de dezembro de 2018,  no Museu Nacional de Arqueologia, na sequência da visita do Presidente da República e da Ministra da Cultura por ocasião da celebração do 125º aniversário do Museu.  Na ocasião  foram apresentados os estudos da investigação arquivística e  química efectuados, na sequência da  reidentificação da taça nas coleções da Fundação da Casa de Bragança. Foi a investigação científica realizada por Maria Teresa Caetano Aqui.  que possibilitou a reconstituição da história deste objeto, após a sua descoberta em Troia e a sua integração na coleção de D. Fernando II.

Relembramos que a história desta taça e o seu reencontro foi alvo de um artigo na National Geographic.​



Desenhos  (adap.) a partir dos publicados pelo Padre Gama Xaro in “Annaes da Sociedade Archeologica  Lusitana”, Imprensa Nacional,  n º 1 ,1850, Lisboa.​ Aqui
Exposições Virtuais
 Exposições Virtuais do MNA disponíveis no Google Arts & Culture
 
O MNA é um dos 22 museus, palácios e monumentos da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) que integra o projeto "Portugal: Pessoas e Paisagens", apresentado no passado dia 15 de janeiro no Museu Nacional dos Coches. Aqui 

Resultado de uma parceria entre o Google Arts & Culture e a DGPC, no âmbito do projeto Simplex+, o MNA disponibiliza, digitalmente naquela plataforma, bens culturais pertencentes ao seu acervo e exposições virtuais.

Pode agora ficar a conhecer um pouco melhor as coleções do MNA e visitar virtualmente algumas das exposições que propomos aqui.

No final do mês de Março, foi disponibilzada mais uma exposição dedicada ao «Naufrágio do San Pedro de Alcantara1786»

O MNA encontra-se a preparar outras exposições virtuais com base nas suas coleções, pelo que desde já lança o repto a todos os investigadores que têm vindo a estudá-las, para apresentarem propostas que contribuam para o seu conhecimento e divulgação.

Entre as exposições virtuais em preparação, conta-se a «Lisbon Mummy Project» e «A Criança do Lapedo». 





Pintura a óleo sobre tela onde o pintor Jean-Baptiste Pillement retrata as operações de resgate dos despojos do navio San Pedro de Alcantara, no final do inverno ou início da primavera de 1786.
Salvamento do San Pedro de Alcantara
Jean-Baptiste Pillement
1786
Museu Nacional de Arqueologia
N.º Inv.: 992.67.1, OTRM 328
Biblioteca

A biblioteca do Museu Nacional de Arqueologia é uma das mais importantes e mais antigas bibliotecas portuguesas (instituída pelo decreto de 24 de dezembro de 1901) especializadas em Arqueologia, possuindo igualmente um acervo significativo na área da Etnografia e da Museologia.

Conta com cerca de 23.000 monografias e 1800 títulos de publicações periódicas e uma mapoteca constituída por 1500 cartas geológicas, topográficas e diversas. 

Possui ainda coleções especiais de 1920 manuscritos, 5 incunábulos, mais de 2000 livros antigos, 917 folhetos de literatura de cordel, cerca de 3900 registos de santos e ainda gravuras diversas. A maior parte destas coleções especiais encontra-se já catalogada e disponível na base de dados on-line.

Arquivo Histórico Digital

A digitalização do Arquivo Histórico do Museu Nacional de Arqueologia é uma prioridade desta Instituição.
Pese ser ainda reduzida a documentação histórica digitalizada, está parcialmente disponibilizado ao público o epistolário de José Leite de Vasconcelos, o que tem maior procura por parte dos investigadores e público em geral, no Site do Museu, que pode ser consutado Aqui .

O MNA encontra-se a trabalhar, em diálogo com a comunidade científica, no sentido de serem  disponibilizados novos núcleos documentais.

 

 

Serviço Educativo e de Extensão Cultural
O Serviço Educativo e de Extensão Cultural o Museu acolhe e promove um conjunto de atividades educativas, a exemplo de visitas orientadas e temáticas, no âmbito das exposições permanentes e temporárias. Promove outras ações de índole formativa como ateliês pedagógico-didáticos para públicos escolares e não escolares, e participa em múltiplos eventos de divulgação das atividades do Museu.


 
Pode contactar o serviço através do endereço de e-mail malbuquerque@mnarqueologia.dgpc.pt.
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O Site do MNA e as Redes Sociais
O Museu Nacional de Arqueologia encontra-se representado  em outras redes sociais. Pode visitar-nos aqui:

Página do Site do MNA
Aqui



















Página do MNA no Facebook
Aqui 

Extramuros
Até 29 de junho de 2020

Exposição temporária "Ad Aeternitatem - os espólios funerários de Ammaia a partir da coleção Maçãs do Museu Nacional de Arqueologia" no Museu Cidade de Ammaia
 
Foi prolongada a exposição temporária "Ad aeternitatem - os espólios funerários de Ammaia a partir da coleção Maçãs do Museu Nacional de Arqueologia", no Museu Cidade de Ammaia em São Salvador da Aramenha (Marvão), estando patente ao público até meados de 2020.


 
Relembramos que esta exposição conta com um número significativo de peças das coleções do MNA, resultado das recolhas de António Maçãs e outras personalidades locais que se relacionaram com José Leite de Vasconcelos, bem como da doação de Delmira Maçãs ao MNA.

Taça de Vidro 
Séculos I d.C. - II d.C. 
MNA Nº Inv. 13654
Ammaia, São Salvador da Aramenha

 
 
Pátera com Mito de Perseu, Lameira Larga, Penamacor, no Museu Rietberg de Zurique

O Museu Rietberg de Zurique é um dos maiores e mais importantes Museus de Arte suiços, contando com um vasto leque de exposições a nivel internacional.
Visando figurar numa exposição sobre a "História Cultural do Espelho", cujo eixo central se situa  na “Arqueologia do Espelho", no âmbito das antigas culturas da Europa, Ásia e América, de que destaca a grande importancia do espelho nas culturas grega, egípcia e romana, o Museu Nacional de Arqueologia cedeu temporariamente a Pátera com o Mito de Perseu, Lameira Larga, Penamacor, (N° de inventario: Au 690), tratando-se do único museu português representado na exposição.

Aconteceu no MNA

Encerramento da Exposição Loulé, Territórios, Memórias, Identidades
 
Aberta ao público a 21 de junho de 2017, na Galeria Poente do Museu Nacional de Arqueologia, a exposição «Loulé, Territórios, Memórias, Identidades, encerrará, passados dois anos, a 23 de junho de 2019.
A sua organização foi do Museu Nacional de Arqueologia e do Museu Municipal de Loulé / Câmara Municipal de Loulé, tendo como Comissários Científicos Victor S. Gonçalves, Amílcar Guerra, Catarina Viegas, Helena Catarino e Luís Oliveira, que coordenaram, respectivamente, os núcleos de Proto-História; Romano; Antiguidade Tardia; Medieval-Islâmico; Medieval-Cristão.
Nos dois anos e dois dias em que esteve patente ao público, pela exposição passram cerca de 400.000 visitantes.





No contexto desta exposição dedicada ao mais extenso concelho do Algarve, que cruza de norte a sul e da serra ao mar, dos 154 sítios arqueológicos conhecidos, 35 estavam representados, através de 1200 objetos pré-selecionados e inventariados, e, finalmente com 504 selecionados e expostos , abrangendo uma cronologia  de praticamente 7.000 de história de ocupação humana que ia da Pré-História ao Período Medieval-Cristão.
As peças expostas pertencem ao acervo dos seguintes Museus: Museu Nacional de Arqueologia; Museu Municipal de Loulé; Arquivo Municipal de Loulé; Museu Cerro da Vila; Museu Municipal de Faro; Museu Municipal de Arqueologia de Albufeira; Museu Santos Rocha, Figueira da Foz e Museu Municipal Arqueologia de Silves.
Para além dos Museus acima mencionados contou ainda com a colaboração da UNIARQ - Faculdade de Letras. Universidade de Lisboa; Universidade do Algarve e INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda e Lusitânia - Companhia de Seguros, SA, mecenas institucional da DGPC.
No decurso da exposição foram desenvolvidas múltiplas actividades, quer visitas temáticas, quer educativas e um amplo conjunto de acções para a comunidade local e escolar.



No dia do seu encerramento, o MNA promoveu um conjunto de iniciativas e actividades, contando com a colaboração e participação de alguns dos responsáveis pela mesma e da equipa técnica do Museu Nacional de Arqueologia.



 

Visita da Senhora Ministra da Cultura ao MNA
 
No âmbito da apresentação formal da Mostra Espanha 2019, os Ministros da Cultura de Portugal e Espanha, Graça Fonseca e José Guirao, respectivamente, visitaram o Museu Nacional de Arqueologia. 
Além de, guiados pelas várias exposições do MNA pelo seu Diretor, tiveram ainda a oportunidade de se deterem perante a Pátera de Titúlcia, cedida temporariamente por Espanha, no decurso do empréstimo do MNA de vários Bens de Interesse Nacional, vulgo Tesouros Nacionais, para a exposição “Un Brindis Por El Príncipe”, patente no Museo Arqueológico Regional de la Comunidad de Madrid.
 


 
 
 

Dia da Criança
1 de junho
 

No Dia Mundial da Criança, o MNA desenvolveu um conjunto de actividades que lhe eram especialmente dedicadas, onde também puderam participar adultos:
- Jogos
- Diálogo com os Materiais e sua Conservação
- Visitas Orientadas
- Painéis Informativos

Jornadas Europeias da Arqueologia
Dias 14, 15 e 16 de junho

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) aceitou o convite do Instituto Nacional de Pesquisas Arqueológicas Preventivas Francês (Inrap) para comemorar a primeira edição das Jornadas Europeias da Arqueologia (JEA). Nesta edição participam oito países europeus. 
As JEA são consagradas à promoção e divulgação do património, da investigação e das coleções arqueológicas, “desde a escavação ao museu” e decorreram nos dias 14, 15 e 16 de junho. 

 

O Museu Nacional de Arqueologia promoveu um conjunto de iniciativas nos dias 14, 15 e 16, designadamente visitas guiadas, vários ateliês e a Conferência: O Menino do Lapedo e o Abrigo do Lagar Velho
11h:00, cujo orador convidado foi João Zilhão.
 
 
Exposição: Abrigo do Lagar Velho e as Arqueociências
Conferência com João Zilhão (orador convidado)



No âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia, no passado dia 15 de junho, realizou-se a conferência de João Zilhão (Universidade de Barcelona; UNIARQ - Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa9 sobre «O Menino do Lapedo e o Abrigo do lagar Velho», bem como se inaugurou a exposição sobre O Abrigo do Lagar Velho e as Arqueociências, numa organização conjunta do MNA|DGPC e LARC|DGPC.


Ciclo de Conferências
Lisboa não é só Subterrânea – 25 anos depois de uma exposição

Até dezembro 2019

15 Junho, no Museu Nacional de Arqueologia, pelas 15h00

 
Em 1994, no âmbito da Capital Europeia da Cultura, teve lugar no Museu Nacional de Arqueologia a exposição “Lisboa Subterrânea”, comissariada cientificamente pela Professora Ana Margarida Arruda. Aquela mostra tornou-se um marco incontornável no desenvolvimento da Arqueologia da cidade e da sua aproximação ao público.

Vinte cinco anos depois, o Museu Nacional de Arqueologia, a Associação dos Arqueólogos Portugueses, através da sua Comissão de Estudos Olisiponenses e o Centro de Arqueologia de Lisboa da Câmara Municipal de Lisboa juntam-se para assinalar aquele evento procurando fazer um balanço do progresso e evolução do estado da Arqueologia na capital.

O ciclo de conferências “Lisboa não é só Subterrânea – 25 Anos depois de uma exposição” pretende refletir acerca das descobertas e conhecimentos gerados em duas décadas e meia, reunindo universidades, museus, municípios e empresas de arqueologia.

Estiveram presentes na sessão de abertura, no dia 13 de Abril de 2019, no Museu Nacional de Arqueologia, pelas 15h00, o Diretor do Museu Nacional de Arqueologia, o Presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses e o Coordenador do Centro de Arqueologia de Lisboa.

No dia 15 Junho, no Museu Nacional de Arqueologia, pelas 15h00, realizou-se a III Sessão do ciclo de conferências com o seguinte programa:

O porto de Olisipo no processo de conquista romana do ocidente peninsular
João Pimenta, Centro de Estudos Arqueológicos de Vila Franca de Xira
Olisipo no quadro do comércio de bens alimentares transportados em ânforas entre a República e o Principado.



Victor Filipe, Centro de Arqueologia/Universidade de Lisboa
Comer na Lisboa romana: leituras a partir da cerâmica comum


Ana Caessa, Centro de Arqueologia de Lisboa/Câmara Municipal de Lisboa
A Epigrafia Romana de Olisipo. Estado da questão.



A próxima sessão terá lugar no dia 28 de setembro.
Aconteceu fora de portas

6º Encontro Nacional de Contos Indígenas - Da minha janela vejo o Mundo

Realizou-se, no Seminário de São Paulo, em Almada, entre 14 e 16 de Junho, o 6º Encontro Nacional de Contos Indígenas. A edição abordou temas em torno do conceito “Da minha janela vejo o Mundo” e contou com a presença de vários alunos de diversas escolas (Externato Frei Luís de Sousa, Escola Secundária do Pinhal Novo, Agrupamento de Escolas Elias Garcia e Agrupamento de escolas Cacilhas - Tejo).  
Durante dois dias, os contadores de histórias desenvolveram um trabalho com os alunos dos clubes de arqueologia das escolas  e, na noite de sábado, apresentaram o trabalho. No Festival foi possível ouvir contos de Almada, até à China, passando por Guiné, Angola, Índia e sul das Américas.
Tanto os jovens contadores como as efabuladeiras apresentaram um espetáculo de contos que foi bastante apreciado pelo público.
Foram ainda assinados 2 protocolos de adesão à Rede Nacional de Clubes de Arqueologia, concretamente da Escola Secundária do Pinhal Novo e  do Agrupamento de Escolas Elias Garcia.
Este Encontro teve o o apoio de várias entidades que se associaram ao MNA, tais como o GAMNA, Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia, Câmara Municipal de Almada, Almada Mundo Associação Internacional, Instituto Piaget, Universidade Sénior USALMA, APCA, Associação das Comunidades Angolanas de Almada, Seminário de Almada, GERTAL, Biblioteca Municipal de Amada, para além das escolas participantes e equipa do Externato Frei Luís de Sousa que ajudou a produzir o espetáculo.
Refira-se que a TV Almada esteve presente na iniciativa e que o MNA realizou o filme que está disponível aqui

 


Reunião Preparatória do 7º Encontro Nacional de Contos Indígenas


Durante o 6º Encontro Nacional de Contos Indígenas, em Almada, foi anunciado que a próxima edição se realizará em Mora.  Nessa medida, foi possível reunir com a equipa do Município de Mora dirigida pela Vereadora do Pelouro da Educação, Mafalda Lopes, em representação do Presidente da Câmara Luís Simão, que integrou Ana Canas, do Fluviário de Mora; Daniela Paz, do Museu Regional do Megalitismo de Mora e Fátima Ferreira, do Agrupamento de Escolas de Mora. Nesta reunião conduzida pelo Director do MNA, António Carvalho, estiveram ainda presentes da equipa do MNA, Luís Raposo e Mário Antas, bem como Miguel Feio docente do Externato Frei Luís de Sousa e Joaninha Duarte contadora de histórias, natural de Mora. Toda esta equipa começou desde já a preparar o 7º Encontro a realizar em 2020 em Mora.

Partilhar Histórias de Objetos do Museu Nacional de Arqueologia
25 de junho

Dando continuidade a um conjunto de ações de divulgação do Património Arqueológico, Elisabete Pereira, investigadora da Universidade de Évora, desenvolveu uma actividade na Associação para o Desenvolvimento e
Bem-Estar de N.ª S.ª de Machede (Évora). De salientar que se tratou do primeiro contacto de antigos trabalhadores rurais alentejanos com o colecionismo arqueológico.

 

Colóquio de Homenagem a Michael Kunst
 
Decorreu, no passado 25 de Junho no Auditório do Edifício dos Paços do Concelho em  Torres Vedras, um colóquio internacional  de homenagem  denominado "Michael Kunst e o Calcolítico do Extremo Ocidente Peninsular: em torno do Castro do Zambujal".
Neste colóquio foi possível revisitar a  obra de Michael Kunst e as suas pesquisas efectuadas  durante quatro décadas no Castro do Zambujal.
Na sessão de encerramento marcou presença o Director do MNA, António Carvalho.

Publicações em destaque
Publicações no âmbito do projeto EU-LAC Museums
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Lancheira
 
No âmbito do projeto EU-LAC Museums, que visa fomentar as relações entre a Europa e a América Latina e Caribe, através do estudo de ligações estreitas entre estes na área da museologia comunitária, o Consórcio do projeto editou duas publicações e 10 flyers. Os últimos dão a conhecer peças do acervo do MNA, tanto da coleção arqueológica (biface, placa gravada em xisto, urna, estátua de Guerreiro Calaico, estatueta de Fortuna), como da etnográfica (lancheira em cortiça, estatueta de rapariga vulgo "Primavera", "Zé Povinho", "Galo de Barcelos", guitarra portuguesa).

As publicações dão a conhecer a realidade portuguesa referente a museus comunitários, bem como o projeto, os membros do consórcio e as comunidades em estudo. As duas publicações, MUSEUS COMUNITÁRIOS. A realidade PortuguesaEU-LAC MUSEUMS Mission, Members and Communities, encontram-se disponíveis on-line.
Caixa de Cortiça com tampa e asa de madeira. Alentejo. Adquirida no final do século XIX.
Caixa de forma circular e integralmente decorada com motivos geométricos organizados em métopas.
Estes objetos de uso comum foram muitas vezes o suporte de uma rica e exuberante decoração geométrica e naturalista, de recorte ingénuo, caraterístico das comunidades tradicionais pastoris do sul de Portugal.
A caixa ou lancheira de transporte de comida, decorada com cativante ingenuidade, é um ícone do pastor – um modo de vida muito humilde, mas simultaneamente muito apreciado no meio rural. Tudo no pastor era pouco, simples e facilmente e transportável. E todavia tudo era também feito e decorado com tempo, à luz do Sol ou do Luar, representando harmonias universais, numa poética tão própria que lhe chamamos “arte pastoril”. No Sul de Portugal, onde a cortiça, extraída da casca do sobreiro, era e continua a ser é um dos mais típicos e nobres materiais naturais, grande parte dos objetos pastoris eram feitos em cortiça, que pelas qualidades homeostáticas permite conservar as temperaturas, seja no frio, seja no calor.
 


 
Notícias em destaque
Abertura do Processo de Classificação da Criança do Lapedo

Através do Anúncio n.º 103/2019, consumou-se a Abertura do procedimento de classificação do esqueleto da «Criança do Lapedo» e artefactos arqueológicos associados (Lagar Velho 1) que se encontram no Museu Nacional de Arqueologia.
O esqueleto da criança sepultada no local conhecido como Vale do Lapedo (topónimo Lagar Velho) no período da história humana vulgarmente conhecido como Paleolítico Superior, é único para este período, tanto em Portugal como em toda a Europa. 
O pedido de classificação justifica-se não apenas pelo valor científico e histórico esqueleto da «Criança do Lapedo»,  mas também pela necessidade absoluta da sua salvaguarda e proteção.
Publicação em destaque
 
Lançamento do livro O legado de Leite de Vasconcelos na Universidade de Lisboa,  Ivo Castro
 
 
Na passada 4ª feira dia 26 de junho, realizou-se a cerimónia de lançamento do livro O Legado de Leite de Vasconcelos no átrio da Biblioteca da Faculdade de Letras, na Universidade de Lisboa, da autoria de Ivo Castro, Professor Emérito da Universidade de Lisboa.. Este é o primeiro volume da série Coleções da Biblioteca que irá divulgar descrições e catálogos de algumas coleções de livros e manuscritos pertencentes à Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
A sessão foi presidida pelo Digníssimo Diretor da Faculdade, Professor Doutor Miguel Tamen e intervieram na sessão o Professor Doutor José Pedro Serra, Diretor da Biblioteca, Professor Doutor Ivo Castro, autor do volume e Dr. Duarte Azinheira, Diretor Editorial da INCM. 
O volume agora publicado e primeiro desta coleção com o apoio da INCM incide sobre o importante legado do Doutor Leite de Vasconcelos existente na FLUL, consequência do Protocolo assinado entre a Biblioteca e o Centro de Estudos Geográficos. 
Oportunamente esta obra sobre o fundador do MNA será apresentada no MNA e estará á venda na loja do museu com o preço de 20 €.
 

 
 
O Museu Nacional de Arqueologia e o Território 
O Museu Nacional de Arqueologia, caracterizado por um acervo onde estão representados cerca de 3.200 sítios arqueológicos de todo o país, vem já, desde longa data, praticando uma política de parcerias com outros museus portugueses.

Gradualmente foi elaborando um levantamento não só dos Museus de Arqueologia ou com coleções de Arqueologia, bem como de Centros Interpretativos de Sítios arqueológicos, que atualmente têm em exposição peças do seu acervo.

Depois de um processo de recolha sistemática de bens arqueológicos e etnográficos reunidos pelo seu fundador, no processo de constituição do Museu, em Democracia o MNA tem sabido realizar uma política de descentralização credível das suas colecções, respondendo às solitações de instituições museológicas que promovem exposições temporárias e às exigências de um conhecimento mais partilhado.
 
Nesta rubrica que agora abrimos daremos, gradualmente, conta do trabalho efetuado em parceria com os museus nacionais.

O MNA tem hoje 42 conjuntos de Bens Culturais cedidos a outras entidades:

Tutela Nacional    5
Tutela Regional    7
Tutela Municipal 21
Outras Tutelas      9​

Museus de Arqueologia ou com Coleções de Arqueologia e Centros de Acolhimento de Sítios Arqueológicos (2018).
Peça em destaque
Peça em destaque
 
Homenageando o mês de Julho cujo nome se deve a Júlio César, escolhemos este áureo da colecção do MNA e proveniente a actual Hungria.
O nome do mês Quintilis, por se tratar do quinto do ano no calendárioinstituído por Numa , foi substituído por Iulius em honra de honor de Júlio César, porque era o mês do seu nascimento.
A proposta, realizada por Marco António, oficializou-se através da  Lex Antonia de Mense Quintili, sendo a primeira vez que se assiste à mudança do nome de um mês desde época arcaica. 
Na Fotografia: Aureo de Júlio César com representação de Pietas
Anverso: Cabeça velada de Pietas, à direita. À volta: C.CAESAR COS.TER.
Reverso: os objectos sacrificiais; Lituus, jarro e machado. À volta: A. HIRTIVS. PR.

MNA Nº Au 488 A
Hungria
Fotografia:  Paulo Alves
MNA/DGPC
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Direção: António Carvalho | Edição: Ana Teresa Rodrigues; Filomena Barata| Mário Antas Textos: Equipa técnica do MNA
Imagens: Equipa técnica do MNA; Arquivo de Documentação Fotográfica / Direção-Geral do Património Cultural (ADF/DGPC), Google Arts & Culture, Isabel Zarazúa
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