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IBGM participou do XIX Seminário  Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e do XI Encontro do Comitê Temático RedeAPLmineral
       

Nos últimos dias 7 e 8 de dezembro, em Fortaleza, o IBGM apoiou a realização do XIV Seminário Nacional de Arranjos Produtivos Locais de Base Mineral e do XI Encontro do Comitê Temático RedeAPLmineral, que tratou das iniciativas de sucesso, do cenário atual e do futuro da cadeia produtiva deste segmento.

Representando o Instituto, a consultora Carolina Lucena falou sobre os modelos de fomento, crédito e financiamento acessíveis aos APLs, levantando o debate sobre a necessidade das governanças articularem formas alternativas de investimento. Segundo Carolina "o fomento aos arranjos deve ser pensado além das instituições tradicionais de crédito, existem inúmeras empresas e entidades que, se bem abordadas, teriam interesse em investir no desenvolvimento regional”. Nesse sentido, as leis de incentivo fiscal, os fundos comunitários e as cooperativas de crédito assumiram papel relevante na discussão.


Um dos destaques do evento foi a apresentação da ZPE Ceará por Roberto Benevides, diretor comercial da Zona de Processamento de Exportação do Ceará, que tem o objetivo promover um ambiente com benefícios tributários, cambiais e administrativos às empresas exportadoras. Elas atraem investimentos estrangeiros voltados às exportações, posicionam as empresas integradas em pé de igualdade com seus concorrentes localizados em outros países, geram empregos e promovem o equilíbrio regional.

A primeira ZPE em funcionamento no Brasil é a do Ceará, responsável pelo aumento de 97% nas exportações do estado. Este tema tem sido tão relevante que o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços criou a Secretária-executiva do Conselho Nacional das ZPE para avançar com a pauta das Zonas de Processamento de Exportações no Brasil.

O encontro contou com a participação de profissionais das instituições públicas e privadas e membros de universidades brasileiras que debateram sobre as dificuldades de organização e de inserção no mercado de pequenas empresas de mineração; da necessidade de aprimoramento dos processos de extração e desenvolvimento de novas tecnologias; do alcance das políticas públicas no local de origem das atividades produtivas, da dificuldade no diálogo junto aos órgão ambientais e da relação APLs x sociedade civil para o desenvolvimento regional efetivo.

Os eventos foram organizados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), Banco do Nordeste (BNB), Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), contando com o apoio do Ministério de Minas e Energia (MME), Ministério da Integração (MI), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM), Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
SOBRE OS APLs DE BASE MINERAL
Os APLs de Base Mineral são grupos de empreendimentos atuando em torno de uma cadeia produtiva que tenha como base a atividade extrativa e de transformação mineral. Os APLs, conjuntos significativos de agentes econômicos, políticos e sociais, estão localizados na mesma região, desenvolvendo atividades econômicas correlatas que apresentam vínculos expressivos de produção, interação, cooperação e aprendizagem.

O IBGM tem atuado nos principais arranjos produtivos de gemas, joias, bijuterias e afins, localizados, em Cristalina – GO, Belém - PA, São José do Rio Preto – SP, Limeira – SP Pedro II – PI, Rio de Janeiro – RJ, Soledade – RS, Guaporé – RS e Belo Horizonte – MG.
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